Feliz ano novo na sarjeta

E quando achamos que temos tudo, o que temos é nada, agora acabou o ano e o que fizemos foi realmente bom? Me veio essa ideia derrepente, por que o ser humano é tão ruim com os outros que não percebe que apenas o prejudicado é ele mesmo, é naquilo que mais desprezamos que pode estar o que realmente queremos.


   Oh só os dois ali jogados na sarjeta, meio sujos e totalmente sem noção de seus atos, profundamente possuídos por aquela liquido derivado da cana, já não se importando com as pessoas passando e os incarnado com um ar de repulsa, se divertindo tanto conversando que até parecem não ter problemas.
   Pra mim isso era o fim, tantos anos vendo aqueles dois senhores de respeito que sempre jogavam domino na praça, que iam a igreja todos os domingos naquele estado deprimente, mas uma coisa num podia negar até na hora de ficarem bêbados os dois estavam juntos. Desta vez eu num quis me unir a eles, durante a nossa juventude nós três aprontamos muito, mas beber... não, não nunca! Quer dizer nunca tanto.
   Sabe desde que saímos do asilo eu tive mais sorte que eles, sempre foi assim, eu não tenho culpa de ser mais bem favorecido eu disse a eles para pararem de gastar o dinheiro da aposentadoria com o bingo, mas os dois tão impulsivos, eu fiz meu pé de meia e tô passando meu natal muito bem, obrigado! Ainda bem que o meu filho me deixou trabalhar aqui com ele neste bar.
   Olha em parte a culpa é minha, eles nunca tinham pisado aqui dentro fui eu que chamei eles para entrar, não esperava que estivessem tão mal a ponto de não saberem se controlar, esses daí, vão ficando velhos e perdendo o juízo. Porém vendo por esse lado eu estou ficando velho também e acho que poderia perder o juízo junto com eles, já que num tem ninguém aqui no bar e meu filho foi na ceia na casa da sogra e não quis me levar, vou sair de trás desse balcão e é agora!
   Aproveitando essa alegria resolvemos emendar até o ano novo, já não me importava com o que o meu filho iria achar, ele estava tão contente com a sua nova família que nem se importava se eu estivesse bem,  só sentado ali com eles que eu pude perceber que eu não estava tão bem assim, vi o meu erro, ele se tornou igual a mim, eu não ensinei ao meu filho que a visão de quem esta em baixo é mais privilegiada por que dá pra ver quem é que vai cair.


    Oh só os três ali jogados na sarjeta, meio sujos e totalmente sem noção de seus atos, profundamente possuídos por aquela liquido derivado da cana, já não se importando com as pessoas passando e os incarnado com um ar de repulsa, se divertindo tanto conversando que até parecem não ter problemas.
    Não acredito nisso pleno ano novo e esses velhos só me dão prejuízo! Deixo ele trabalhar aqui e ele trás os amigos pra ficar bebendo a minha cachaça, na porta do meu bar! Tão achando o que? Que aqui é como o transporte público, passou dos sessenta e cinco pode usar de graça? Pior que num tem dinheiro pra nada, nem vou me esforçar cobrando... Ainda reclama que eu num cuido dele, deu pra ficar bebendo. Espero não acabar como ele sem nada e dependendo dos outros.

Presente natalino

     Me aventuro novamente em terras desconhecidas, no intuito de presentear um dos meus melhores amigos, que eu gosto muito! Eu reconheço que não sou uma boa poetiza mas eu fiz o possível, espero que ele goste.


AMIGO
Disseram-me que a primeira impressão é a que fica
queria mostrar para estes que alguém pode surpreender
Cala-se aquele que ti critica
Logo após de ti conhecer

Se um dia te julguei mal
Saiba que meu critério foi ruim
Já não me sinto tão anormal
Sabendo que posso contar com você perto de mim

Por mais que passe dia pós dia
Que nossa amizade permaneça a existir
Contento-me por sua companhia possuir

Para sempre quero ver-te sorrir
Pois esta luz que tu irradia
É o que faz minha vida colorir

Te adoro cara! FELIZ NATAL! =D



O solitário

    
    -Não me importaria de nunca mais ver a luz do sol se eu pudesse ter a luz do teu sorriso, nenhum som é mais agradável que tua voz, nenhuma imagem é mais bela do que a tua vinda ao meu encontro. Por isso enlouqueço, porque nem quando fecho meus olhos eu consigo me perder no breu das minhas pestanas, o que vem é a lembrança de sua face, nem em meus sonhos tenho paz. Quando penso que me curei deste mal que me faz tão bem, logo me deparo com um outro ser que me desperta o mesmo, mas uma vez não sei o que pensar nem sei o que dizer, só me resta te odiar porque te amar eu já sei. Vou falar isso pra ela o que você acha?
    -Vai fundo! -Disse ele meio aos risos- Você vai falar isso ajoelhado segurando numa mão uma aliança e na outra a mão dela?
    -Não! Eu mal conheço a garota não posso me casar assim...
    -Qual é cara!? Ela vai dormir com esse seu discurso ai, larga a mão de ser trouxa! Olha e aprende.
    Com essas palavras se levantou da mesa e foi em  direção a moça, o outro ficou ali sentado e observou ele a puxando pelo braço, antes que o rapaz pudesse tomar uma atitude se viu traido pelo seu suposto amigo, que saiu muito bem mal acompanhado por aquelaque se convenseu por menos de meia frase.
   Mas não se zangou, amigo bom é  aquele  pega os seu problemas pra ele, se ela caiu na labia dele poderia não ser tão boa assim, já que ele tanatas vezes ensaiou esse discurso já tinha decorado, o problema é que nunca havia encontrado real merecedora de tais palavras.

Conto gótico IV: Acho que já a vi antes



Estava ele sentado na soleira da porta de sua cabana o céu estava tão escuro, apenas colorido por raios que cortavam as nuvens mal se via a lua, mas a terra estava seca, as nuvens estavam segurando suas lágrimas assim como ele tentava segurar as suas. Já se passavam algumas semanas que ele tinha visto aquela mulher desfalecer na sua frente, já fazia semanas que ele passava suas noites em claro. Seus pensamentos eram contínuos naquele olhar aflito que vinha daquela mulher, enquanto sua consciência sentia esta dor ele não podia evitar que a razão o questionava por qual motivo tal sentimento o torturava.
  Como de costume pegou seu cão e junto dele foi caminhar sobre as pedras era inevitável que ele lembrasse do quando ouvia ao longe um som tão agradável e relaxante que vinha do alto do precipício, estranho pois já não o ouvia mais a semanas, enquanto caminhava viu seu cão sair em disparada em direção ao local onde havia a mulher, só agora é que ele se recordou do homem que tinha deixado pra trás, ao chegar percebeu que o cadáver não estava mais jogado nas pedras. A região sempre foi deserta e desabitada, só se poderia encontrar outras pessoas caso subissem pela floresta e chegassem no alto do precipício.
  O cão latia freneticamente para o violão que estava ali jogado, mostrava-lhe os dentes com presas enormes, o Homem se assistiu nunca tinha visto seu animal daquela foram, ao ver um relampago mais forte resolver pegar o violão e voltar para casa, quando coloca a sua mão calejada nas cordas enferrujadas do instrumento o cão se calou e um raio caiu sobre ele.
  Ao abri os olhos ele se viu de volta em sua cabana deitado na sua cama, a principio estranhou, se levantou e chamou seu cão, mas não houve retorno, resolveu sair a procura dele, a cada passo se sentia mais confuso, não entendia o que estava acontecendo. Viu um vulto passando rapidamente e resolveu segui-lo, logo se embrenhou na floresta precipício acima, quando achava que tinha  perdido de vista logo o via novamente, não era humano nem animal, mas sentia que deveria segui-lo.
 Chegou lá em cima, e já era noite novamente, se via perdido, sujo diante de um pleno breu, sentia apenas um leve brisa em seu peito ofegante, diante de um local desconhecido só podia ver bem longe uma luz de uma vela quase toda derretida, foi em sua direção viu que ali estava a moça que ele avia tentado salvar aquele dia.
  Vê-la foi um choque, faltava-lhe chão abaixo dos pés, não pode se conter, mas quando se aproximou ela já estava se levantando com seu vestido branco tão belo e fascinante, ele viu o violão que ele estava debruçada cair ao chão, o pavio da vela apagou-se, ele estava longe demais para poder fazer algo, mas ainda tentou correr. Ela estava cega e deu três passos ao precipício.
   Mas uma vez em um gesto de desespero ele tentou segura-la, os fios do cabelo dela passavam entre os dedos dele e ele sentiu-se desequilibrando, caiu junto dela, fechou os olhos. Quando abriu estava sendo acordado pelo seu cão, o que ele segurava tinha se tornado carvão, sentia as queimaduras em seu braço mas a dor não era maior do que a que estava em seu peito.
  Não tinha certeza se era real o que tinha vivido, ou relembrado, talves delirado. Finalmente correram lágrimas em seu rosto, por mais uma vez teve a vida dela em suas mãos e deixou perde-la, como se as nuvens resolvessem o acompanhar começou uma espessa chuva com pingos grossos, que se assemelhavam com as lágrimas do homem. E surgiu o sol no horizonte.

Caderno do Aluno 2010 parte II

Ah e o que dizer? As aulas são tão interesantes que dispertão minha criatividade para desenhos que demostram toda aminha felicidade em estar lá...

CA de Química
CA de matemática
CA de mátematica





Caderno de matemática


 
Caderno de português
 
Porva de português
Prova de português
  

 
Livro didatico de português
 






 


CA de quimíca


CA de física


Os pais sabem educar?

  Apresento-lhes um artigo de opinião que escrevi junto a minha best sister Lê. Sabe, acho estranho falar do assunto por que nunca apanhamos do nossos pais, então não posso comprovar a tese, mas é interessante pois vemos bastante casos de agressão a crianças e programas que dão dicas de como educar os filhos. Da minha condição de filha, respeito que cada um faça como achar melhor com seu  filhos mas  tenho minha  opinião.


  Diversas tradições são passadas de geração em geração, entre elas, a de dar palmadinhas nos filhos. Certamente uma palmadinha não é prejudicial à saúde de uma criança, entretanto, ser agressivo com as crianças acaba ensinando a elas a também se tornarem pessoas agressivas sabendo que cada filhos segue o exemplo dos pais, mas também cada filho tem sua própria personalidade, diretamente ou indiretamente influenciada pelos pais.
  Em primeiro lugar, a falta de autoridade dos pais podem comprometer a educação dos filhos que não aprendem a ouvir um "não" e acabam não conseguindo respeitar as regras que são impostas. Assim os filhos acabam tomando controle da situação se tornando dominante dos pais e ocorre um inversão de papeis.
 É certo que buscar modelos inspiradores de educação perfeita acabam confundindo os pais, pois algumas vão contra seus próprios princípios. O tapinha ou palmada passa para a criança o conceito que o mais forte sempre tem razão, sendo assim, a mensagem que fica é que batendo também se consegue o que quer, quando se tornarem adultos, eles não vão ser capazes de sentir compaixão pelos menos afortunados, além de querer ganhar as coisas na força.
  Segundo uma pesquisa feita na Universidade de Tulane, nos Estados Unidos, as mães que punem seus filhos com castigo e palmadas para disciplina-los geram consequências negativas para filhos. Ainda mais, quando essas crianças chegam aos cinco anos e vão para creches e escolas, elas demonstram comportamentos agressivos, gritam e brigam com as demais crianças a sua volta.
  Enfim, os pais precisam se reeducar para aprenderem a ensinar seus filhos os reais valores que constroem uma pessoa, não se deve passar a mão na cabeça e ignorar as coisas erradas que os filhos fazem ou tentar corrigi-los com palmadas, que podem se tornar espancamentos, e assim os pais devem procurar outros meios como o dialógo.

O Suicida

Olá, se você encontrar esse post é por que  já não estou mais vivo.

  Durante anos da minha vida dediquei todo meu tempo e criatividade para escrever neste blog, sempre busquei inspiração nas coisas tristes do dia a dia, por que acho que as pessoas gostam de ler sobre isso para se sentirem melhores em suas vidas, olhado para o sofrimento alheio posso sentir como minha vida é plena e feliz, poxa como um suicida pode falar de felicidade? Poderia reclamar disendo como minha vida NÃO é plena e feliz.
  Peço desculpas para minha família e amigos pelo meu vicio de ficar horas aqui, escrevendo e criando um mundo só meu onde as pessoas passam e olham como em uma vitrine, ah como isso me contenta, ou melhor me contentou agora acho que isso não é mais o suficiente para mim.
  Não fiz um testamento, não tenho nada para deixar, a não ser o meus artigos que estão aqui e considero como obras invendiveis de grande preciosidade, caso as aprecie lembrem que eu exijo direitos autorais.
  Apenas peço que alimentem meu peixe, como perdi tudo quando roubaram meu notebook e hackearam meu orkut e MSN não me resta mais nada além de dois minutos da hora da lan house e minha vida que vou perder agora...

E quando o dono da lan house viu que o cara estava jorrando sangue apenas se preocupo em que ele não o derramasse no teclado e não sujasse o piso, depois de arrastar o cara pra fora, atravessou a rua e ligou de um orelhão para a emergência, Emergência em limpeza LTDA, Faxinas 24h atendendo a domicilio!

  
 _________________________________________

Só pra constar eu não me matei!
Primeiramente eu queria relatar como as pessoas deixam de viver e se apegam os bens materiais e esquecem de, como dizer? Seria o viver de verdade, a ideia foi mostras como as pessoas são desumanas e se importam cada vez menos com as outras.

Ato de ouvir música


  Esse Artigo de foi escrito por mim e por minha best friend Escarabeli, confesso que muito  mais por ela do que por mim, mas a ideia e a nota foi em conjunto...E desde de já peço desculpa para quem é fã dos coloridinhos ( se aplica ao teletubbies e ao Rsetart ).  

 A música desde o principio foi um método utilizado pela sociedade para expressar os acontecimentos de sua época notamos esse fato ao observarmos as músicas que foram feitas quando o Brasil passava pela ditadura militar embora fossem reprimidas as músicas eram grandiosas, voltadas para os acontecimentos sociais e políticos.
  Com o tempo esse quadro foi mudando e as novas gerações se submetendo as tendências impostas pela midia que utiliza todos os seus argumentos com a finalidade de lançar novos sucessos e alcançar audiência, assim esses novos estilos e grupos crescem conforme a convivência dos grandes empresários do ramo.
  Por mais que a música cresça e se difunda atingindo todas as classes sociais de maneira global, os jovens estão cada vez menos conscientes sobre o que realmente acontece em sua geração em sua geração, por que simplesmente seu principal instrumento  conscientizador que é a música deixou de tratar sobre a realidade para tratar de assuntos não necessários.
  Já que preferência é algo muito singular, não vamos simplesmente dizer que a música antiga era melhor que a atual, mas que os jovens de épocas passadas eram mais conscientes que os atuais e adquiriam essa consciência através do ato de ouvir música.

Macarrão hoje, amanhã e sempre!

Produção de texto - Crônica, feita por mim e minha Best Friend Harumi quando ainda estudávamos juntas no 1º ano do ensino médio na E.E. Profª Ana Maria Pagiossi, era 2009... Tiramos 10 com direito a "muito bem!" da  fessora.
             Repara 


"Uma das coisas boas que a  escola no proporciona é: MERENDA! " -Como diz meu filho- Isso me faz lembrar dos meu tempos de criança quando era o último a sair da sala e o primeiro a pegar merenda. Daí você se pergunta: Como isso é póssivel?! A resposta é bem simples, você só tem que ser o maio e mais forte da turma, mas como não era meu caso, ser rápido ajudava.
  Um dos meus pratos prediletos era macarrão, ou melhor, a única coisa que a escola podia servir depois de mandarem um caminhão cheio disso. Pensa que é ruim? Eram vários pratos diferentes: macarrão com carne, macarrão com salsicha, macarrão com sardinha, macarrão com frango e é claro, sopa de macarrão.
  Certa vez, iam servir macarrão com salsicha, e eu como sempre, fui furar fila. Foi involuntário, já que estava sendo uma coisa rotineira. Fui entrando na frente de alguém que nem vi quem era, derrepente senti meu olho afundando, uma terrível dor no crânio e logo percebi que estava na frente do maior e mais forte, o valentão da escola.
  Em um desses dias ai, vi meu filho chegando da descola com um olho roxo, preocupado , perguntei o que havia acontecido, ele me respondeu:
  -Hoje foi macarrão...

Conto gótico III - Ela o deixou

 
  Estavam eles unidos pelo abismo que até outro dia iria separa-los, cessou a chuva mas a lua já não brilhava, nem tinha estrelas no céu, apenas uma leve brisa que soprava as faces desfalecidas deles e uma farta poça de sangue, a lamparina ainda estava acesa, iluminava seus corpos o dele mais pálido do que o normal um olhar fixo, seu coração já não pulsava mais, ao contrario do dela que ainda que fraco palpitava lentamente o suficiente para que ela rapidamente abrisse os olhos, a brisa entrou nas suas ventas preenchendo seu corpo de vida.
  Sua primeira visão foi a lua mesmo que ofuscada, sentia uma insuportável dor em seu crânio, levantou-se e ao olhar para o lado viu aquele violão, estranho pois o reconheceu, foi tateando, quis vê-lo de perto para ter certeza. Sim era aquele que a encantava, era de seu amado.
  Uma pergunta veio-lhe a mente: Por que ele estaria ali? Segurou firmemente o violão em uma e aquela lamparina na outra na outra mão, foi ai que percebeu que pisava no sangue, já com lágrimas nos olhos seguiu iluminando e logo viu que ele estava lá, seu Amado Ruivo a encontrou.
  Logo a lamparina e o violão foram ao chão, num gesto de desespero ela o abraçava como se esperasse traze-lo de volta. Banhou o corpo dele com suas lágrimas e fechou os olhos dele lentamente como um sinal de despedida.
  Retirou das costa dele a mochila e percebeu que nela havia um punhal, quando o retirou da sua bainha ouviu ao longe um latido que rapidamente se aproximou, ela olhou para trás viu uma tocha acesa e ouviu uma voz, grave como um trovão, um homem que tinha a pele negra como a noite, seus olhos brilhavam como duas estrelas, antes que ele pudesse fazer algo ela enfiou o punhal contra seu peito.
  O homem correu o mais rápido que pode junto de seu animal que ainda latia, ao chegar lá viu o Amado da moça que já não tinha volta, assim virou-se para ela tomou-a em seu braços tentou retirar o punhal, tentava estancar o sangue que não parava de jorrar.
  Driblando as pedras do abismo, como quem tenta não enxergar a realidade o homem a levou para sua cabana, ele morava lá já a algum tempo, conhecia todos os atalhos, tinha a melhor das intenções, ficou profundamente encantado com a beleza da moça e não queria deixar perde-la . Não havia necessidade de tal ação mas ele não podia evitar era movido por um sentimento que ainda não conhecia.
  Enquanto ele tentava tratar o ferimento dela uma súbita desilusão tomou seu coração, como o sangue dela escorria entre os dedos dele a alma escorria do corpo dela e não havia nada a ser feito. E o sol surgiu no horizonte.

Alforria do trabalhador

Essa foi a minha redação na porva do Enem este ano que teve como tema: O trabalho na construção da Dignidade Humana  

Durante um período de nossas vidas precisamos trabalhar, seja para bem próprio ou para um bem comum, tendo que levantar de madrugada pra ir trabalhar ou chegando do trabalho nesse mesmo horário. Atualmente temos o privilegio de poder escolher e nos especializar em uma área que seja ao mesmo tempo prazeroso e lucrativo conseguindo um emprego que tenha benefícios, vale alimentação, vale transporte, fundo de garantia, dessimo terceiro salário, férias e mesmo assim se algo não estiver satisfatório temos onde reclamar, podemos fazer nosso horário e as nossas folgas cada vez nos tornando menos independente de um patrão.
  Já vivemos períodos nos quais não havia opção: nascia no campo, trabalhava no campo e morria no campo, mas mesmo assim podia-se dizer que o camponês era feliz, pois produzia para consumo próprio. Então chegamos na revolução industrial vivida também em nosso país. Esses camponeses nem conheciam muito menos discutiam assedio moral, nem direitos humanos ou  direitos trabalhistas. 
  O homem do campo não podiam competir com seus produtos artesanais, com uma maquina que produzia em massa, ele via-se obrigado a produzir para um terceiro sem muitas condições de trabalho, estavam sem saída, com tanta mão de obra disponível os empresários não se preocupavam caso seus trabalhadores morressem na linha de produção, com o salário que era tão pouco que mal dava para alimentar a família, o trabalhador era facilmente substituido.
  Não é possível  que todos se calem em uma situação assim, é direito do ser humano querer dignidade em seu trabalho. Movidos pela busca de melhorias foram criados os sindicatos que existem até hoje, cada vez buscando mais direitos para o trabalhador. Hoje com a carga horária máxima estabelecida, onde o homem pode viver para trabalhar e não trabalhar para viver, deixando de ser um escravo do trabalho.

Diretas conscientes já!

  "Qual a importância das eleições no Brasil e quais as expectativas do povo brasileiro em relação as melhorias em todas as camadas ou esferas sociais."

  O Brasil sempre quis se tornar indepedente, começou deixando de ser colônia de Portugal, no inicio do século XIX, anos depois tentando se tornar um pouco democrata proclamou a república, com uma democracia que não para todos apenas funcionava para a elite do país, militares, cafeicultores e profissionais liberais. Nessa época os votos eram censitários, ou seja, só votava homens acima de 25 anos com alto nível de renda, a minoria no nosso país.
 Durante a ditadura militar (1964 - 1985), nem se quer essa elite do Brasil podia se manifestar politicamente, tiraram totalmente o direito da população de opinar, após experimentar a democracia era de se esperar que a população a quisesse de volta.
  Com sede de revolução muitos civis se manifestaram contra a politica e após controversas, constitui-se as eleições diretas em nosso país, com o fim da ditadura militar formamos o sistema que usamos até hoje.
  Desvalorizando os esforços que os brasileiros fizeram para atingir a democracia as pessoas costumam votar apenas por serem obrigadas, muitos nem dão satisfação de ausência. Para os políticos é vantajoso, visto que, quanto maior o desinteresse mais fácil para se fazer o que se quer.
  Todos nós gostamos de ser beneficiados pelo governo, quem não quer tudo de graça? Mas a grande maioria não se preocupa com o modo que é feito, mesmo sabendo que quem colocamos no poder é o principal responsável pela nossa sociedade, é crucial que analisemos atentamente as propostas dos candidatos para eleger aquele que realmente crie melhorias para a população e que possamos cobrar depois que ele esteja eleito.

Fique online para sua vida!

   Esse vídeo foi feito para um projeto que incentiva as alunos a produzir trabalhos que possuam no máximo um minuto segundo determinado tema, nesse ano o tema foi livre, junto de uma colega de sala escolhemos o tema vicio.
  A principio essa ideia de vicio em Internet foi o que veio a minha mente, minha amiga também teve bastante participação, mas eu não consegui parar de pensar no projeto até vê-lo concluído. Pensei, temos que falar de algo que esta presente nas nossas vidas, então logo veio a Internet, tinha que falar de algo que eu conhecia e gostava.
 Fizemos algumas pesquisas e observamos que o Brasil tem números expressivos de acessos Internet em comparação com o mundo e cada vez esta aumentando mais o consumo dessa midia. Em diversos países a fixação de algumas pessoas por tecnologia já está se tornando um problema de saúde.
video
 

Dedicado a Dom Casmurro

CAPÍTULO LV / UM SONETO
[...]Pois, senhores, nada me consola daquele soneto que não fiz. Mas, como eu creio que os sonetos existem feitos, como as odes e os dramas, e as demais obras de arte, por uma razão de ordem metafísica, dou esses dous versos ao primeiro desocupado que os quiser. Ao domingo, ou se estiver chovendo, ou na roça, em qualquer ocasião de lazer, pode tentar ver se o soneto sai. Tudo é dar-lhe uma ideia e encher o centro que falta.
 
Estava eu a ler o livro quando me deparo com estas frases acima citadas, confesso que poemas não é meu tipo de texto predileto, mas não podia recusar a um desafio, então como estava desocupada coloquei-me a escrever tais versos. Sendo que o primeiro deveria ser Oh! flor do céu! oh! flor cândida e pura! e o ultimo Ganha-se a vida, perde-se a batalha! Então segui a primeira ideia de Bentinho que era colocar a Capitu como musa inspiradora sendo ela a flor.


CAPITU
Oh! flor do céu! oh! flor cândida e pura!
Que em meus pensamentos florece
Este meu coração não lhe esquece
Mesmo que as vezes comigo foste tão dura

Não preciso de esforços pra lembrar de tu
Meu coração triste pulsa e reluta
Como se não soubesse que perdera a disputa
Pois lhe havia cravado teu nome, Capitu

Agora que este não pertence mais a mim
Espero que juntos possamos ficar em fim.
Não me desespero, já que a vida quis assim

Vida que encontrei na ressaca de seu olhar,
Meu coração já não rebela-se, nesse amor trabalha

Momento dor de cotovelo

Esse texto não é um cônica nem um conto, apenas me veio a mente e eu escrevi... sem sentido, estranho, mas falar de sentimento é sempre estranho...


 Acordei! num susto, um pulo só, abri os olhos rapidamente de tal forma que nem precisei do despertador, era madrugada, o sol nem havia nascido ainda, mas eu não queria voltar a sonhar, não que tivesse sonhos ruins, eram sonhos tão bons, tão perfeitos nos quais eu sempre via você, era o único lugar onde eu podia te encontrar é onde você faz exatamente o que eu quero e espero, mas mesmo assim eu ainda prefiro a realidade, é essa aqui onde você me ignora e me maltrata nem se importando mais se eu existo ou não, em pensar que um dia você chegou a dizer que morreria sem mim. Então aqui na minha realidade você esta morta! Sim! Pois agora esta sem mim.
 Mesmo que respire, que seu coração pulse, talves por um outro alguém e seus olhos ainda me enxerguem, penetrando nos meus se conectando diretamente as minhas memorias felizes que são esmagadas pelo fato de que não tenho direito  a nem se quer um comprimento. Você se tornou um zumbi, um fantasma do passado.
 E eu, agora fico aqui,caminhando pela casa, mas posso aproveitar que por culpa sua não tenho mais sonos  para te culpar por tudo que deu errado, pelo menos posso dizer que não foi tempo perdido eu aprendi bastante, sou um homem forte agora...Tá bem! Não tão forte assim, ainda espero que você volte, esperar sim! Querer... Acho que não muito. Certo, certo, estou tentando  enganar a quem, forte nada, ainda deixo você me pisar, culpa tua, culpa do amor ele me domina, pena que eu não domino você.
 Opa! despertador tá tocando, acho melhor eu para de ficar aqui reclamando e ir trabalhar, quem sabe com dinheiro ela volte... Ou talves eu  encontre a zumbi no caminho. Deixa eu ir! Tchau.

O pequeno monstrinho

 
Essa crônica foi escrita inspirada no meu animal de estimação e o grande amor que eu tenho por ela, minha cachorrinha Cherom (essa da foto).



Sempre fui um cara que gostei de animais, mas não consigo entender pra que traze-los para casa.
  -Tão bonitinho, pequenininho, coisa fofa, mas que gracinha!
  É isso que todos dizem quando o animal de estimação chega, ainda mais se foi um recém nascido. Passam dias, semanas e então surpresa!
 -Ah! Que pena rasgou o sofá todo, mas sem problemas, é um filhote, depois ele cresce e aprende que não pode, não pode! Cachorro mau! Mau! Seu feio!
  Mal sabe  que aquele ser humano, pobre mortal esta condenado a viver no mínimo de dez a quatorze anos refém daquele animal irracional que nos ama incondicionalmente.
  O amor de um cão é o único que se pode comprar, alguns de preço absurdo outros, vira-latas totalmente grátis que não são pra menos, dão o mesmo trabalho. Estes de raça fazem um estrago no nosso bolso os vira-latas no nosso quintal.
  Há quem ache que aquelas noites não dormidas consequentes do conserto de latidos apresentado pelo seu cão é compensado  pela alegria de fazê-lo buscar a bolinha ou o gravetinho.
  Como se não bastasse a noite, tem aqueles "cães de guarda" que nem sequer tamanho tem, como esse maltês, o qual minha amada esposa me pediu que eu comprasse. O animal fica em alerta o tempo todo, para tudo  não pode ver um mosca.
  Eu a chamo de pequeno monstrinho, sempre achei que ela tivesse algum problema por ficar correndo atrás do próprio rabo, mas percebi que o desequilibrado sou eu, pois minha amada esposa conseguiu me convencer a comprar mais um cão.

Conto gótico II: Ele não voltará para encontra-lá

  
   Estava ele, continuando a caminhar, ouviu ao longe um som, mas estranho som, um baque estrondoso, ele não o conhecia, não se importou muito, não podia voltar atrás diante daquela chuva espeça, já tinha caminhado bastante.
   Entrou numa floresta que era de árvores gigantescas, em altura e largura, com folhas de tal forma colocadas pela natureza fazendo com que não se penetrasse nenhum raio de luz no solo e mesmo assim ele seguiu, precisava passar por ela, descer a montanha para chegar até o fim do precipício onde continuaria seu viagem.
   Quando a lua subiu ao céu, ele não sentia sono, apenas uma vontade insesante de continuar caminhando, cansaço? Isso não lhe passava pela cabeça, o que dominava sua mente era as lembranças da sua amiga que ele chamava de Flor, como se ele pudesse ver em cada estrela uma lágrima que ela derramou quando ele partiu.
   A floresta ficou para trás o que via a frente era sua pedras do precipicío, a chuva não cessava, olhava para o alto se lembrando de quando sentava lá em cima para olhar a lua com sua amiga Flor, imaginava se ela estaria sentada lá como de costume.
  Pegou o seu violão e mesmo no escuro, tocava a musica preferida dela, ele deveria prestar mais atenção pois as pedras eram escorregadias, estavam molhadas. Quando menos esperou, tropeçou em algo, seu violão caiu bem longe, seu corpo bateu contra as pedras assim pode perceber o quanto tinha pontas afiadas.
   Não conseguia ver nada e ao levantar-se pegou em sua cintura uma lamparina, a acendeu, se abaixou e ao invés de pegar o braço do violão pegou o braço e uma pessoa, iluminou o rosto dela e a reconheceu era sua amiga Flor!
  Sua lamparina era pequena mas potente. Entre os pingos de chuva viu o sangue escorrendo, não era dela, levou sua mão ao seu pescoço e viu que era seu sangue.
  Sentia que já não tinha forças nem para puxar o ar para seu pulmões, sua garganta foi fechando lentamente enquanto seus olhos não piscavam, olhavam fixamente para aquele semblante frio, de beleza sem vida e muito profunda.
  Deitou-se lentamente ao lado dela, e sorriu ironicamente, ele acabou fazendo o que ela queria, ficariam juntos para sempre.E o sol surgiu no horizonte.
  

Felicidade!


Estamos em constante busca de algo intocável mas indispensável, muitas vezes usamos o que esta ao nosso alcance para atingi-la e tornamos ela concreta, a felicidade é fundamental, pensamos que concretizando nosso sonhos a atingiremos, talves sim para alguns e para outros existem muito mais do que isto.
  Conquistar o que se quer mas com dignidade, cumprir o que se promete falar somente aquilo que se você tem realmente conhecimento, ter dignidade é ter conciencia limpa, respeitar o que os outros têm.
  Sim, respeitar, ser tolerante com as diferenças, tolerância não é deixar ser pisado e reprimir suas opiniões é respeitar a forma de agir do outro a maneira de ver as situações.
  E segundo isso desistir jamais! E mesmo que demore toda a vida para encontrar a Felicidade ainda devemos manter os sonhos vivos, pois eles são a trilha mais fácil para alcança-la.

Caderno do Aluno 2010

Eu custumo prestar atenção nas aulas mas enquanto o professor fala...
CA de ingles

Caderno de filosofia


CA de ingles  II

Ca de artes

CA de Artes II

CA de Artes III

CA de Matematica

CA de matematica II

Reflexão sobre a humilhação

"A humilhação endurece as pessoas? Por quê?"


  Até onde vai o direito de se dizer o que se pensa? Mesmo que as palavras não sejam tão duras pra quem fala podem ser extremamente dolorosas pra quem ouve, como um ser humano pode destruir em segundos a moral que outro demorou a vida toda para construir? Talvez nem todos estejam preparados para a crueldade da vida.
  As situações ruins em nossas vidas fazem com que nos tornamos mais fortes, ou em alguns casos que desistimos totalmente de viver, mas sempre que alguém disser algo desagradável, nos humilhar, não devemos ficar imóveis, não é necessário revidar na mesma altura, quem se cala em uma situação assim consegue manter sua razão.
  A humilhação é dolorosa deixa feridas, mas pode ser levada na esportiva, algumas pessoas conseguem rir ao serem esculachadas, seria ironia? Na minha opinião, elas podem até se sentirem agredidas, mas são tão fortes que não querem dar ao outro o prazer de demonstrar a sua dor, assim se mantém bem humoradas e não necessariamente endurecidas após viver tal situação.
  Enfim este sentimento involuntário assim como todos os outros controlável, pode ser rapidamente substituído por outro, como o amor se torna ódio o sentimento de humilhação pode se tornar um sentimento de pena, talvez de si próprio ou do seu agressor.

Até qundo o racismo prevalecerá?

Artigo  vencedor do concurso de redações da E E Profª Ana Maria Pagiossi - Várzea Paulista - SP em 2008

 Diariamente somos expostos a diversas situações, que nos fazem reflectir  os motivos do racismo em nossa sociedade. Embora haja alguns negros que praticam violência, atos criminosos entre outros de certa forma é a sociedade que proporciona uma vida justa, pois alguns são oprimidos e diretamente ou indiretamente obrigados a ficar em segundo plano e procuram seu direitos de forma negativa.
   Apesar que todos nós somos seres humanos, são as nossas caracteristicas que nos tornam únicos. É nosso direito ser diferente aliás, esse direito é o visivelmente desrespeitado, a vontade de ser superior do homem acaba se sobressaindo com vantagens fúteis, como a cor da pele.
  É evidente que todo esse preconceito também reflita no mercado de trabalho, como as "pessoas de cor" já são taxadas de pobres e ignorantes, acabam sem oportunidades a ficam com mais dificuldade em estabelecer uma vida proficional.
  Em fim, felizmente o ser humano tem a capacidade de superar qualquer obstáculo, independente da cor de sua pele ou poder de aquisição, basta desfrutar de um bom caráter e grande conhecimento, tanto quanto para aprender a conviver com as diferenças.

Conto gótico: Ele não a encontrará quando voltar

 
  Estava ela, sentada próximo ao precipício onde sempre se encontravam, abaixo da triste lua que foi encoberta por espessas nuvens, céu sem estrelas, apenas com a luz de uma vela quase toda derretida, debruçada em seu violão, mas já não tinha vontade de toca-lo não desejava mais ouvir seu som.
 Tal som que vagava em seus sonhos, mas não o som deste violão e sim o do seu amado ruivo, este que durante muito tempo a acompanhou, tornando-a cada dia menos infeliz, preenchendo sua vida de cor e deixando com uma única certeza. E durante essas noites escuras de pleno breu, vivia a reclamar para a lua:
  -Sim este é o meu amado! Pena que apenas posso chama-lo de amigo...
  Sempre se perguntava se deveria ser feliz por ter essa amizade ou triste por saber que jamais passaria disso... Ele chegou sorrateiramente, com sua pele rosada, olhos tão negros quanto a noite e seu cabelo vermelho como as chamas da mais ardente fogueira. Estava tragicamente marcado para partir e se despediu:
  - Sinto muito Flor, mas minha passagem por aqui é breve, jamais esquecerei os momentos que passamos juntos, sua amizade foi o melhor tesouro que eu poderia ter encontrado.
  -Mas por que ira me deixar assim? Se somos tão felizes juntos não há motivos para nos separamos! Quem vai tocar violão para mim? Quem vai me divertir com piadas sem graça...e ...
  -Sua ingratidão me desola! - Ele a interrompeu - Como pode dizer que minhas piadas são sem graça? Mas isso é relevante... o importante é o que eu estou te deixando, te ensinei a tocar, isso te fará feliz. Quando a terrível caveira da saudade e da solidão bater em sua porta, pegue seu violão e olhe para a lua, ouça o vento soprar e assim se lembrara de mim.
 - Não me abandone eu o amo! Não tenho duvidas que daria certo com você...
 - Flor se me ama comprovara que a ausência diminuí as paixões medíocres e aumenta as grandes, como o vento apaga as velas e atiça as fogueiras. Eu gosto muito  de você mas agora num dá... Quem sabe um dia...
   E num doloroso suspiro sentiu os lábios de seu amado tocar-lhe o rosto que estava banhado em lágrimas, não moveu um músculo, apenas respirava por que era um movimento involuntário, parecia que seu coração iria parar naquele instante estavam arrancando um pedaço de sua alma.
  O silêncio tomou conta, quase se podia ouvir o coração dele disparado, talvez um pouco assustado com aquela revelação inesperada, mas do que nunca sentiu que não deveria ir. Mas com firmeza em seu olhar pegou sua bagagem, virou as costas e seguiu andando levando o sorriso e o pouco de alegria que tinha dado a ela. Como se não bastaste, antes de sumir na mais densa escuridão, gritou a o longe:
  - Não me espere voltar mas também não me esqueça!
  Gerando essas gotículas de esperança ouvia essas palavras ecoarem na mente dela, que já não via motivos para ver mais uma vez o amanhecer, levantou-se com seu cabelo preto e seu vestido branco esvoaçante com a brisa. O violão caiu ao chão e acabou o pavio da vela que era sua única fonte de luz.
  Com o quem caminha para a morte só conseguia pensar em como poderia ter sido feliz com seu amado ruivo se ele não tivesse partido, três passos ao precipício, segundos depois ouviu-se um baque estrondoso e surgiu o sol no horizonte.

Infelizes somos nós !?

"Infelizes somo nós que vivemos num mundo onde os sonhos são apenas sonhos."
Infeliz o cara que disse esta frase!
Segundo o principio de que cada pessoa faz parte do mundo podemos deduzir que o uma parte do mundo faz parte de cada pessoa [...]
Os sonhos não são apenas sonhos! O pessimismo desse cara de reduz apenas a um reflexo da sua parte do mundo, ou seja de sim mesmo[...]
Pois infelizes somos nós quando perdemos a capacidade de sonhar e eu realmente acredito que o que imaginamos quando dormimos pode sim acontecer! Basta não idealizar algo tão grandioso.
Qual o problema em ter sonhos socialmente viáveis, financeiramente cabíveis e mesmo assim mentalmente valioso?
Em relação ao financeiramente cabível, mediante a essa sociedade extremamente capitalista que nos induz a desejar o maior, mais caro, mais luxuoso, etc é compriencivel que seja difícil, na verdade é um grande obstáculo a ser driblado.
Enfim independente do financeiro somente aquilo que é imaginável pode ser atingivél, quando obtemos aquilo com que sonhamos atingimos a Felicidade!

Uma carta para você!

Para aquelas pessoas que fazem sorrir meu coração...
até mesmo quando eu estava indisposta!!!
Para a galera que sempre esteve junto...
Para a pessoa que eu esperava que me chutasse quando cai e que foi uma das poucas que me ajudou a levantar...
Para as pessoas que fizeram diferença em minha vida!
Para as pessoas que me aconselharam quando me senti sozinho, e me ajudaram a entender que não importa em quantos pedaços meu coração tenha se partido, o mundo não para pra que eu o concerte.
Para as pessoas que quando olho para trás sinto saudade...
Para as pessoas que me deram força quando eu não estava animada para o trabalho!
Para as pessoas que amei...
Para as pessoas que abracei...
Para aquelas que encontro apenas em meus sonhos...
Para aqueles que encontro todos os dias e não tenho chance de dizer tudo o que eu sinto olhado nos seu olhos...
Para aqueles que já se esqueceram de quanto foram importantes para mim...
Para aquelas pessoas que me magoaram e me feriram de alguma forma, que destruíram em segundos a confiança que eu construi em anos...
Mesmo assim, merecem meu perdão e meu carinho...
A vida é um caminho cheio de surpresas e o final dele ninguém conhece...
Você pode pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pela vida inteira.
O que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem vivendo com você.
Temos apenas uma vida pra viver...
e ela é sempre muito mais curta do que imaginamos...
Cada momento é muito, muito importante!
Por isso guardo todas as pessoas importantes na minha vida em uma caixinha dentro do meu coração!!!
Você é uma destas pessoas!

Reflexão sobre nossas vidas...

Sobreviver-definição: v. int. 1. Continuar a viver, a existir após outras pessoas ou outras coisas. T.i. 2. Sobreviver. (1) 3 escapar, resistir, superar.[conjug.:[sobreviv]er]sobrevivência sf.


O objetivo do ser humano é sobreviver com todo sentido da palavra, entretanto para que isso ocorra é necessário que ele esteja em uma sociedade.

Sociedade- definição: sf. 1 agrupamento de seres que vivem em estado gregário. 2. Grupo de indevidos que vivem por vontade própria sob normas comuns, comunidade. 3. grupo de pessoas que, submetidas ao um regulamento, exercem atividades comuns ou de fim de interesses comuns, grêmio, associação, agremiação. 4. Meio humano em que o indevido esta integrado. 5. Contrato pelo qual as pessoas se obrigam a reunir seus esforços ou recursos para a consecução de um fim comum.

Concordo com a definição em partes, pois se observarmos o tópico dois e cinco divergem, tendo assim um esclarecimento confuso sobre essa palavra. Mas em minha opinião esse fim comum e sobrevivência, pois ninguém consegue viver sozinho sempre depender diretamente ou indiretamente de alguém ai entra a fraternidade.

Fraternidade- definição: sf. 1. Parentesco de irmãos. 2. Amor ao próximo. 3. Harmonia, concórdia.

Sim a harmonia é isso que mantêm a nossa sociedade integra, toda via, nem sempre a concórdia entre os seres racionais e a nossa primeira “escola de sobrevivência” e a família onde aprendemos a fraternidade e esse e o nosso primeiro e grande desafio, pois amamos incondicionalmente pessoas as quais nem sempre compreendemos. Complicado principalmente para quem tem irmãos, aprender a dividir não e fácil. Quando estamos na internet vendo algo interessante e/ou conversando com alguém e de repente vem alguém dizendo para você sair para outro usar o computador... E não e fácil...

Mas refletindo bem felizardos aqueles que dividem o PC, pois ser filho único deve ser meio tedioso com certeza tem seus benefícios, mas também tem a desvantagem de perder a oportunidade de ter a experiência de sociedade.

Enfim a sociedade e o que nos torna fraternos, mas sempre nos ensina a sobreviver, sendo assim viver em conjunto e o que nos mentem pensante e que contribuem para não extinção da espécie.

Devaneios de um ciclista

Essa é uma crônica escrita por mim. Seu objetivo principal era ganhar um concurso de redação mas não foi possivel...

“Se quer ficar sarado não pode ficar parado” é o que o meu instrutor da academia fica repetindo inúmeras vezes, enquanto eu pobre mortal, com um leve sobrepeso fico derretendo pedalando sem sair do lugar, naquela sala com uma musica animada, como se isso fosse dar coragem para continuar aquela tortura.

Quando consigo esquecer a raiva de ficar ouvindo a voz daquela pessoa que fica ligada nos 220 volts, não conhece o significado da palavra cansaço e que tenta me incentivar o tempo todo, eu ignoro as dores localizadas que vou adquirindo a cada pedalada e vou lembrando o meu passado.

Na minha infância sempre fui o garoto que carregava chocolate nos bolsos e jamais poderia dividir o meu lanche. Na hora do futebol para que me esforçar? As balas e pirulitos eram mais divertidos. Os outros garotos iam ganhando mais amigos e eu mais quilos na balança.

Lembro também da minha adolescência, o gordinho que tinha varias amigas e nenhuma namorada. Tive meus momentos de rebelde sem causa e pensei em me exercitar, mas correr só se fosse para a mesa para comer. O que eu mais gostava de fazer era o levantamento de garfo e fazia também uma atividade que exigia agilidade e flexibilidade, somente dos dedos, o meu melhor amigo: vídeo game...bons tempos....

Ao voltar para a minha realidade cruel, nas incontáveis horas daquele mal necessário, fui interrompido por um afortunado telefonema do meu filho, dizendo:

- Papai como você pode esquecer o meu futebol de hoje? Eu já comprei os nossos doces preferidos...

Following