Fique online para sua vida!

   Esse vídeo foi feito para um projeto que incentiva as alunos a produzir trabalhos que possuam no máximo um minuto segundo determinado tema, nesse ano o tema foi livre, junto de uma colega de sala escolhemos o tema vicio.
  A principio essa ideia de vicio em Internet foi o que veio a minha mente, minha amiga também teve bastante participação, mas eu não consegui parar de pensar no projeto até vê-lo concluído. Pensei, temos que falar de algo que esta presente nas nossas vidas, então logo veio a Internet, tinha que falar de algo que eu conhecia e gostava.
 Fizemos algumas pesquisas e observamos que o Brasil tem números expressivos de acessos Internet em comparação com o mundo e cada vez esta aumentando mais o consumo dessa midia. Em diversos países a fixação de algumas pessoas por tecnologia já está se tornando um problema de saúde.
 

Dedicado a Dom Casmurro

CAPÍTULO LV / UM SONETO
[...]Pois, senhores, nada me consola daquele soneto que não fiz. Mas, como eu creio que os sonetos existem feitos, como as odes e os dramas, e as demais obras de arte, por uma razão de ordem metafísica, dou esses dous versos ao primeiro desocupado que os quiser. Ao domingo, ou se estiver chovendo, ou na roça, em qualquer ocasião de lazer, pode tentar ver se o soneto sai. Tudo é dar-lhe uma ideia e encher o centro que falta.
 
Estava eu a ler o livro quando me deparo com estas frases acima citadas, confesso que poemas não é meu tipo de texto predileto, mas não podia recusar a um desafio, então como estava desocupada coloquei-me a escrever tais versos. Sendo que o primeiro deveria ser Oh! flor do céu! oh! flor cândida e pura! e o ultimo Ganha-se a vida, perde-se a batalha! Então segui a primeira ideia de Bentinho que era colocar a Capitu como musa inspiradora sendo ela a flor.


CAPITU
Oh! flor do céu! oh! flor cândida e pura!
Que em meus pensamentos florece
Este meu coração não lhe esquece
Mesmo que as vezes comigo foste tão dura

Não preciso de esforços pra lembrar de tu
Meu coração triste pulsa e reluta
Como se não soubesse que perdera a disputa
Pois lhe havia cravado teu nome, Capitu

Agora que este não pertence mais a mim
Espero que juntos possamos ficar em fim.
Não me desespero, já que a vida quis assim

Vida que encontrei na ressaca de seu olhar,
Meu coração já não rebela-se, nesse amor trabalha

Momento dor de cotovelo

Esse texto não é um cônica nem um conto, apenas me veio a mente e eu escrevi... sem sentido, estranho, mas falar de sentimento é sempre estranho...


 Acordei! num susto, um pulo só, abri os olhos rapidamente de tal forma que nem precisei do despertador, era madrugada, o sol nem havia nascido ainda, mas eu não queria voltar a sonhar, não que tivesse sonhos ruins, eram sonhos tão bons, tão perfeitos nos quais eu sempre via você, era o único lugar onde eu podia te encontrar é onde você faz exatamente o que eu quero e espero, mas mesmo assim eu ainda prefiro a realidade, é essa aqui onde você me ignora e me maltrata nem se importando mais se eu existo ou não, em pensar que um dia você chegou a dizer que morreria sem mim. Então aqui na minha realidade você esta morta! Sim! Pois agora esta sem mim.
 Mesmo que respire, que seu coração pulse, talves por um outro alguém e seus olhos ainda me enxerguem, penetrando nos meus se conectando diretamente as minhas memorias felizes que são esmagadas pelo fato de que não tenho direito  a nem se quer um comprimento. Você se tornou um zumbi, um fantasma do passado.
 E eu, agora fico aqui,caminhando pela casa, mas posso aproveitar que por culpa sua não tenho mais sonos  para te culpar por tudo que deu errado, pelo menos posso dizer que não foi tempo perdido eu aprendi bastante, sou um homem forte agora...Tá bem! Não tão forte assim, ainda espero que você volte, esperar sim! Querer... Acho que não muito. Certo, certo, estou tentando  enganar a quem, forte nada, ainda deixo você me pisar, culpa tua, culpa do amor ele me domina, pena que eu não domino você.
 Opa! despertador tá tocando, acho melhor eu para de ficar aqui reclamando e ir trabalhar, quem sabe com dinheiro ela volte... Ou talves eu  encontre a zumbi no caminho. Deixa eu ir! Tchau.

O pequeno monstrinho

 
Essa crônica foi escrita inspirada no meu animal de estimação e o grande amor que eu tenho por ela, minha cachorrinha Cherom (essa da foto).



Sempre fui um cara que gostei de animais, mas não consigo entender pra que traze-los para casa.
  -Tão bonitinho, pequenininho, coisa fofa, mas que gracinha!
  É isso que todos dizem quando o animal de estimação chega, ainda mais se foi um recém nascido. Passam dias, semanas e então surpresa!
 -Ah! Que pena rasgou o sofá todo, mas sem problemas, é um filhote, depois ele cresce e aprende que não pode, não pode! Cachorro mau! Mau! Seu feio!
  Mal sabe  que aquele ser humano, pobre mortal esta condenado a viver no mínimo de dez a quatorze anos refém daquele animal irracional que nos ama incondicionalmente.
  O amor de um cão é o único que se pode comprar, alguns de preço absurdo outros, vira-latas totalmente grátis que não são pra menos, dão o mesmo trabalho. Estes de raça fazem um estrago no nosso bolso os vira-latas no nosso quintal.
  Há quem ache que aquelas noites não dormidas consequentes do conserto de latidos apresentado pelo seu cão é compensado  pela alegria de fazê-lo buscar a bolinha ou o gravetinho.
  Como se não bastasse a noite, tem aqueles "cães de guarda" que nem sequer tamanho tem, como esse maltês, o qual minha amada esposa me pediu que eu comprasse. O animal fica em alerta o tempo todo, para tudo  não pode ver um mosca.
  Eu a chamo de pequeno monstrinho, sempre achei que ela tivesse algum problema por ficar correndo atrás do próprio rabo, mas percebi que o desequilibrado sou eu, pois minha amada esposa conseguiu me convencer a comprar mais um cão.

Conto gótico II: Ele não voltará para encontra-lá

  
   Estava ele, continuando a caminhar, ouviu ao longe um som, mas estranho som, um baque estrondoso, ele não o conhecia, não se importou muito, não podia voltar atrás diante daquela chuva espeça, já tinha caminhado bastante.
   Entrou numa floresta que era de árvores gigantescas, em altura e largura, com folhas de tal forma colocadas pela natureza fazendo com que não se penetrasse nenhum raio de luz no solo e mesmo assim ele seguiu, precisava passar por ela, descer a montanha para chegar até o fim do precipício onde continuaria seu viagem.
   Quando a lua subiu ao céu, ele não sentia sono, apenas uma vontade insesante de continuar caminhando, cansaço? Isso não lhe passava pela cabeça, o que dominava sua mente era as lembranças da sua amiga que ele chamava de Flor, como se ele pudesse ver em cada estrela uma lágrima que ela derramou quando ele partiu.
   A floresta ficou para trás o que via a frente era sua pedras do precipicío, a chuva não cessava, olhava para o alto se lembrando de quando sentava lá em cima para olhar a lua com sua amiga Flor, imaginava se ela estaria sentada lá como de costume.
  Pegou o seu violão e mesmo no escuro, tocava a musica preferida dela, ele deveria prestar mais atenção pois as pedras eram escorregadias, estavam molhadas. Quando menos esperou, tropeçou em algo, seu violão caiu bem longe, seu corpo bateu contra as pedras assim pode perceber o quanto tinha pontas afiadas.
   Não conseguia ver nada e ao levantar-se pegou em sua cintura uma lamparina, a acendeu, se abaixou e ao invés de pegar o braço do violão pegou o braço e uma pessoa, iluminou o rosto dela e a reconheceu era sua amiga Flor!
  Sua lamparina era pequena mas potente. Entre os pingos de chuva viu o sangue escorrendo, não era dela, levou sua mão ao seu pescoço e viu que era seu sangue.
  Sentia que já não tinha forças nem para puxar o ar para seu pulmões, sua garganta foi fechando lentamente enquanto seus olhos não piscavam, olhavam fixamente para aquele semblante frio, de beleza sem vida e muito profunda.
  Deitou-se lentamente ao lado dela, e sorriu ironicamente, ele acabou fazendo o que ela queria, ficariam juntos para sempre.E o sol surgiu no horizonte.
  

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