Feliz ano novo na sarjeta

E quando achamos que temos tudo, o que temos é nada, agora acabou o ano e o que fizemos foi realmente bom? Me veio essa ideia derrepente, por que o ser humano é tão ruim com os outros que não percebe que apenas o prejudicado é ele mesmo, é naquilo que mais desprezamos que pode estar o que realmente queremos.


   Oh só os dois ali jogados na sarjeta, meio sujos e totalmente sem noção de seus atos, profundamente possuídos por aquela liquido derivado da cana, já não se importando com as pessoas passando e os incarnado com um ar de repulsa, se divertindo tanto conversando que até parecem não ter problemas.
   Pra mim isso era o fim, tantos anos vendo aqueles dois senhores de respeito que sempre jogavam domino na praça, que iam a igreja todos os domingos naquele estado deprimente, mas uma coisa num podia negar até na hora de ficarem bêbados os dois estavam juntos. Desta vez eu num quis me unir a eles, durante a nossa juventude nós três aprontamos muito, mas beber... não, não nunca! Quer dizer nunca tanto.
   Sabe desde que saímos do asilo eu tive mais sorte que eles, sempre foi assim, eu não tenho culpa de ser mais bem favorecido eu disse a eles para pararem de gastar o dinheiro da aposentadoria com o bingo, mas os dois tão impulsivos, eu fiz meu pé de meia e tô passando meu natal muito bem, obrigado! Ainda bem que o meu filho me deixou trabalhar aqui com ele neste bar.
   Olha em parte a culpa é minha, eles nunca tinham pisado aqui dentro fui eu que chamei eles para entrar, não esperava que estivessem tão mal a ponto de não saberem se controlar, esses daí, vão ficando velhos e perdendo o juízo. Porém vendo por esse lado eu estou ficando velho também e acho que poderia perder o juízo junto com eles, já que num tem ninguém aqui no bar e meu filho foi na ceia na casa da sogra e não quis me levar, vou sair de trás desse balcão e é agora!
   Aproveitando essa alegria resolvemos emendar até o ano novo, já não me importava com o que o meu filho iria achar, ele estava tão contente com a sua nova família que nem se importava se eu estivesse bem,  só sentado ali com eles que eu pude perceber que eu não estava tão bem assim, vi o meu erro, ele se tornou igual a mim, eu não ensinei ao meu filho que a visão de quem esta em baixo é mais privilegiada por que dá pra ver quem é que vai cair.


    Oh só os três ali jogados na sarjeta, meio sujos e totalmente sem noção de seus atos, profundamente possuídos por aquela liquido derivado da cana, já não se importando com as pessoas passando e os incarnado com um ar de repulsa, se divertindo tanto conversando que até parecem não ter problemas.
    Não acredito nisso pleno ano novo e esses velhos só me dão prejuízo! Deixo ele trabalhar aqui e ele trás os amigos pra ficar bebendo a minha cachaça, na porta do meu bar! Tão achando o que? Que aqui é como o transporte público, passou dos sessenta e cinco pode usar de graça? Pior que num tem dinheiro pra nada, nem vou me esforçar cobrando... Ainda reclama que eu num cuido dele, deu pra ficar bebendo. Espero não acabar como ele sem nada e dependendo dos outros.

Presente natalino

     Me aventuro novamente em terras desconhecidas, no intuito de presentear um dos meus melhores amigos, que eu gosto muito! Eu reconheço que não sou uma boa poetiza mas eu fiz o possível, espero que ele goste.


AMIGO
Disseram-me que a primeira impressão é a que fica
queria mostrar para estes que alguém pode surpreender
Cala-se aquele que ti critica
Logo após de ti conhecer

Se um dia te julguei mal
Saiba que meu critério foi ruim
Já não me sinto tão anormal
Sabendo que posso contar com você perto de mim

Por mais que passe dia pós dia
Que nossa amizade permaneça a existir
Contento-me por sua companhia possuir

Para sempre quero ver-te sorrir
Pois esta luz que tu irradia
É o que faz minha vida colorir

Te adoro cara! FELIZ NATAL! =D



O solitário

    
    -Não me importaria de nunca mais ver a luz do sol se eu pudesse ter a luz do teu sorriso, nenhum som é mais agradável que tua voz, nenhuma imagem é mais bela do que a tua vinda ao meu encontro. Por isso enlouqueço, porque nem quando fecho meus olhos eu consigo me perder no breu das minhas pestanas, o que vem é a lembrança de sua face, nem em meus sonhos tenho paz. Quando penso que me curei deste mal que me faz tão bem, logo me deparo com um outro ser que me desperta o mesmo, mas uma vez não sei o que pensar nem sei o que dizer, só me resta te odiar porque te amar eu já sei. Vou falar isso pra ela o que você acha?
    -Vai fundo! -Disse ele meio aos risos- Você vai falar isso ajoelhado segurando numa mão uma aliança e na outra a mão dela?
    -Não! Eu mal conheço a garota não posso me casar assim...
    -Qual é cara!? Ela vai dormir com esse seu discurso ai, larga a mão de ser trouxa! Olha e aprende.
    Com essas palavras se levantou da mesa e foi em  direção a moça, o outro ficou ali sentado e observou ele a puxando pelo braço, antes que o rapaz pudesse tomar uma atitude se viu traido pelo seu suposto amigo, que saiu muito bem mal acompanhado por aquelaque se convenseu por menos de meia frase.
   Mas não se zangou, amigo bom é  aquele  pega os seu problemas pra ele, se ela caiu na labia dele poderia não ser tão boa assim, já que ele tanatas vezes ensaiou esse discurso já tinha decorado, o problema é que nunca havia encontrado real merecedora de tais palavras.

Conto gótico IV: Acho que já a vi antes



Estava ele sentado na soleira da porta de sua cabana o céu estava tão escuro, apenas colorido por raios que cortavam as nuvens mal se via a lua, mas a terra estava seca, as nuvens estavam segurando suas lágrimas assim como ele tentava segurar as suas. Já se passavam algumas semanas que ele tinha visto aquela mulher desfalecer na sua frente, já fazia semanas que ele passava suas noites em claro. Seus pensamentos eram contínuos naquele olhar aflito que vinha daquela mulher, enquanto sua consciência sentia esta dor ele não podia evitar que a razão o questionava por qual motivo tal sentimento o torturava.
  Como de costume pegou seu cão e junto dele foi caminhar sobre as pedras era inevitável que ele lembrasse do quando ouvia ao longe um som tão agradável e relaxante que vinha do alto do precipício, estranho pois já não o ouvia mais a semanas, enquanto caminhava viu seu cão sair em disparada em direção ao local onde havia a mulher, só agora é que ele se recordou do homem que tinha deixado pra trás, ao chegar percebeu que o cadáver não estava mais jogado nas pedras. A região sempre foi deserta e desabitada, só se poderia encontrar outras pessoas caso subissem pela floresta e chegassem no alto do precipício.
  O cão latia freneticamente para o violão que estava ali jogado, mostrava-lhe os dentes com presas enormes, o Homem se assistiu nunca tinha visto seu animal daquela foram, ao ver um relampago mais forte resolver pegar o violão e voltar para casa, quando coloca a sua mão calejada nas cordas enferrujadas do instrumento o cão se calou e um raio caiu sobre ele.
  Ao abri os olhos ele se viu de volta em sua cabana deitado na sua cama, a principio estranhou, se levantou e chamou seu cão, mas não houve retorno, resolveu sair a procura dele, a cada passo se sentia mais confuso, não entendia o que estava acontecendo. Viu um vulto passando rapidamente e resolveu segui-lo, logo se embrenhou na floresta precipício acima, quando achava que tinha  perdido de vista logo o via novamente, não era humano nem animal, mas sentia que deveria segui-lo.
 Chegou lá em cima, e já era noite novamente, se via perdido, sujo diante de um pleno breu, sentia apenas um leve brisa em seu peito ofegante, diante de um local desconhecido só podia ver bem longe uma luz de uma vela quase toda derretida, foi em sua direção viu que ali estava a moça que ele avia tentado salvar aquele dia.
  Vê-la foi um choque, faltava-lhe chão abaixo dos pés, não pode se conter, mas quando se aproximou ela já estava se levantando com seu vestido branco tão belo e fascinante, ele viu o violão que ele estava debruçada cair ao chão, o pavio da vela apagou-se, ele estava longe demais para poder fazer algo, mas ainda tentou correr. Ela estava cega e deu três passos ao precipício.
   Mas uma vez em um gesto de desespero ele tentou segura-la, os fios do cabelo dela passavam entre os dedos dele e ele sentiu-se desequilibrando, caiu junto dela, fechou os olhos. Quando abriu estava sendo acordado pelo seu cão, o que ele segurava tinha se tornado carvão, sentia as queimaduras em seu braço mas a dor não era maior do que a que estava em seu peito.
  Não tinha certeza se era real o que tinha vivido, ou relembrado, talves delirado. Finalmente correram lágrimas em seu rosto, por mais uma vez teve a vida dela em suas mãos e deixou perde-la, como se as nuvens resolvessem o acompanhar começou uma espessa chuva com pingos grossos, que se assemelhavam com as lágrimas do homem. E surgiu o sol no horizonte.

Caderno do Aluno 2010 parte II

Ah e o que dizer? As aulas são tão interesantes que dispertão minha criatividade para desenhos que demostram toda aminha felicidade em estar lá...

CA de Química
CA de matemática
CA de mátematica





Caderno de matemática


 
Caderno de português
 
Porva de português
Prova de português
  

 
Livro didatico de português
 






 


CA de quimíca


CA de física


Os pais sabem educar?

  Apresento-lhes um artigo de opinião que escrevi junto a minha best sister Lê. Sabe, acho estranho falar do assunto por que nunca apanhamos do nossos pais, então não posso comprovar a tese, mas é interessante pois vemos bastante casos de agressão a crianças e programas que dão dicas de como educar os filhos. Da minha condição de filha, respeito que cada um faça como achar melhor com seu  filhos mas  tenho minha  opinião.


  Diversas tradições são passadas de geração em geração, entre elas, a de dar palmadinhas nos filhos. Certamente uma palmadinha não é prejudicial à saúde de uma criança, entretanto, ser agressivo com as crianças acaba ensinando a elas a também se tornarem pessoas agressivas sabendo que cada filhos segue o exemplo dos pais, mas também cada filho tem sua própria personalidade, diretamente ou indiretamente influenciada pelos pais.
  Em primeiro lugar, a falta de autoridade dos pais podem comprometer a educação dos filhos que não aprendem a ouvir um "não" e acabam não conseguindo respeitar as regras que são impostas. Assim os filhos acabam tomando controle da situação se tornando dominante dos pais e ocorre um inversão de papeis.
 É certo que buscar modelos inspiradores de educação perfeita acabam confundindo os pais, pois algumas vão contra seus próprios princípios. O tapinha ou palmada passa para a criança o conceito que o mais forte sempre tem razão, sendo assim, a mensagem que fica é que batendo também se consegue o que quer, quando se tornarem adultos, eles não vão ser capazes de sentir compaixão pelos menos afortunados, além de querer ganhar as coisas na força.
  Segundo uma pesquisa feita na Universidade de Tulane, nos Estados Unidos, as mães que punem seus filhos com castigo e palmadas para disciplina-los geram consequências negativas para filhos. Ainda mais, quando essas crianças chegam aos cinco anos e vão para creches e escolas, elas demonstram comportamentos agressivos, gritam e brigam com as demais crianças a sua volta.
  Enfim, os pais precisam se reeducar para aprenderem a ensinar seus filhos os reais valores que constroem uma pessoa, não se deve passar a mão na cabeça e ignorar as coisas erradas que os filhos fazem ou tentar corrigi-los com palmadas, que podem se tornar espancamentos, e assim os pais devem procurar outros meios como o dialógo.

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